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Policial Militar é denunciado por homicídio qualificado contra adolescente em MT

De acordo com as investigações, no dia dos fatos, o policial militar denunciado fazia ronda ostensiva em companhia de outro colega da corporação, quando avistaram dois adolescentes em uma motocicleta em trânsito, vindo a persegui-los

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O policial militar Ismael Rodrigues de Assis, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso  (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Sinop (479  km de Cuiabá), nesta segunda-feira (18). Ele foi denunciado por homicídio qualificado praticado contra o adolescente B.E.R.C, 17 anos, ocorrido no município no dia 31 de dezembro de 2021.

Segundo o documento, na denúncia, assinada pelo promotor de Justiça Luiz Fernando Rossi Pipino consta, que o crime ocorreu por volta das 17h, na Avenida dos Tarumãs, em Sinop. De acordo com as investigações, no dia dos fatos, o policial militar denunciado fazia ronda ostensiva em companhia de outro colega da corporação, quando avistaram dois adolescentes em uma motocicleta em trânsito, vindo a persegui-los. Câmeras de segurança instaladas na região registraram detalhes da ocorrência.

“Durante a perseguição, sem que o adolescente/ofendido tivesse desenvolvido qualquer conduta resistente e/ou perigosa (inclusive com as mãos no guidão do veículo automotor), o policial militar Ismael Rodrigues de Assis sacou a arma de fogo que carregava consigo àquela ocasião e atacou de surpresa B.E.R.C, sem que o ofendido pudesse esboçar qualquer reação, pelo que efetuou um disparo de arma de fogo em sua direção, acertando-lhe na região da linha axilar média à esquerda, com a consequente provocação de sua morte”, diz a denúncia.

Para o Ministério Público, trata-se de homicídio qualificado, já que o crime foi cometido com a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima, sem que o ofendido pudesse esboçar qualquer reação. Junto à denúncia, o MPMT requereu o arquivamento do inquérito em relação ao PM Luiz Fernando Dias de Carvalho, que estava presente no momento da abordagem. A instituição argumenta não ter encontrado indícios suficientes de autoria delitiva contra ele. (Com Assessoria)

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